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ENGIE avança na geração de energia no Nordeste

Companhia já opera mais de 1 GW de capacidade na região e deve ampliar a geração até 2023 com o início de um novo conjunto eólico no Rio Grande do Norte

Por Redação em 13/09/2021

A ENGIE avança no Nordeste para ampliar ainda mais os seus 10.791MW de capacidade instalada no Brasil. Isto corresponde a 6% da capacidade de gerar energia no país e coloca a companhia como a maior geradora privada do setor. A geração está distribuída entre 72 empreendimentos de usinas hidrelétricas, de biomassa, solares e eólicas. Neste último grupo – que já tem 1,3 GW de capacidade em operação, e prepara a inserção de mais fontes geradoras – grande parte dos empreendimentos está no Nordeste, região com a melhor qualidade de ventos do país e que também já conta com geração solar fotovoltaica da ENGIE.

Entenda, a seguir, quais são e como estão distribuídos os empreendimentos da ENGIE no Nordeste:

Usina Eólica Trairi

No litoral do Ceará, o Usina Eólica Trairi é um projeto green field totalmente desenvolvido pela ENGIE desde 2011. O conjunto engloba oito parques eólicos, cujas operações iniciaram em 2014 e 2017. Ao todo, a Usina Eólica Trairi possui 86 aerogeradores, totalizando 212,6 MW de capacidade instalada e 102,3 MW médios de garantia física para comercialização.

Desde 2018, a Usina Eólica Trairi é operado remotamente a partir do Centro de Operação da Geração (COG) da ENGIE, em Florianópolis (SC). O mesmo ocorre com os demais conjuntos eólicos da ENGIE no Brasil, conforme listaremos a seguir.

Na primeira etapa da Usina Eólica Trairi, foram implantados os Parques Eólicos Fleixeiras I (30,0 MW), Guajirú (30,0 MW), Mundaú (30,0 MW) e Trairi (25,4 MW). Já na segunda etapa, a ENGIE implementou os Parques Eólicos Cacimbas (18,9 MW), Estrela (29,7 MW), Ouro Verde (29,7 MW) e Santa Mônica (18,9 MW). Os direitos de operação para os parques eólicos da primeira fase vão até 2041 e os da segunda fase até 2045.

Parque-trairi

Campo Largo e Umburanas

No sertão baiano, mais precisamente nos municípios de Umburanas e Sento Sé, a ENGIE concentra o seu maior cluster eólico no Brasil. Ao todo, foram investidos R$ 3,5 bilhões na construção e operação de Campo Largo I, Campo Largo II e Umburanas. Juntos, os empreendimentos somam mais de 1 GW de capacidade instalada.

Campo Largo I foi construído entre 2016 e 2018 e desde então gera energia com capacidade total instalada de 326,7 MW. São 121 aerogeradores, com 2,7MW de capacidade cada. Eles estão distribuídos em 11 parques eólicos dentro do Conjunto Campo Largo e contam com torres de 89 metros de altura, equipadas com pás de 59,3 metros de comprimento. A autorização para operação de Campo Largo I é válida até 2052.

Já a segunda fase de Campo Largo (II) acaba de entrar em operação e possui capacidade instalada de 361,2 MW, provida por 86 aerogeradores. Os equipamentos contam com turbinas eólicas da Vestas, produzidas no Ceará e que equipam torres de aço com 120 metros de altura e 150 metros de diâmetro de rotor.

O Conjunto Eólico Umburanas, sediado na cidade de mesmo nome, completa o complexo de geração eólica da ENGIE no sertão da Bahia. O empreendimento recebeu investimento de R$ 1,8 bilhão e passou a gerar energia em abril de 2019, com uma capacidade de potência instalada de 360 MW.

Santo Agostinho

A ENGIE assinou recentemente contrato de fornecimento dos aerogeradores para a primeira fase da Usina Eólica Santo Agostinho, em construção no Rio Grande do Norte. Os aeroregeadores serão fornecidos pela Siemens Gamesa, formatando a maior usina eólica da ENGIE no Brasil, com capacidade instalada de 434 MW. Para isso, a companhia está investindo um total de R$ 2,2 bilhões.

Santo Agostinho deve atender exclusivamente ao Mercado Livre de Energia, cuja representatividade já alcançou 30% de toda energia elétrica consumida no país. Com obras em andamento, o cluster Santo Agostinho deve começar a fornecer energia em 2023.

Usinas Fotovoltaicas confirmam avanços da ENGIE no Nordeste

Com 34 MW de capacidade instalada, a Usina Fotovoltaica Assú V é um projeto totalmente desenvolvido e implantado pela ENGIE em 2017. A empresa tem autorização de funcionamento até 2051 e o empreendimento está dividido em três circuitos, sendo dois de 9 MW de capacidade cada e o último de 12 MW.

Outro empreendimento de energia solar da ENGIE no Nordeste é a Usina Fotovoltaica Floresta, na cidade de Areia Branca (RN). O empreendimento tem capacidade instalada de 86 MW e é projeto desenvolvido em parceria com o Banco Itaú. Os créditos de carbono gerados pelo empreendimento permitiram à instituição financeira compensar 86 mil toneladas de C02 da suas emissões de gases de efeito estufa somente nos anos de 2016 e 2017.

FONTE: https://www.alemdaenergia.engie.com.br/engie-avanca-na-geracao-de-energia-no-nordeste/