jan 16

Biopark firma parceria com startup do agronegócio

Agribela desenvolve soluções para os problemas de agricultura tropical

O Biopark, primeiro Parque Científico e Tecnológico de Biociências do Paraná, firmou parceria com a Agribela, empreendimento que atua no desenvolvimento produtos e soluções que beneficiem o agronegócio. A startup, situada em Londrina, utiliza tecnologia sustentável no combate de pragas no campo, aumentando a produtividade na lavoura e reduzindo custos por meio de agricultura social, econômica e ambientalmente equilibrada.

Para o Presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi, o Parque e a Agribela possuem objetivos em comum que partem de investimentos principalmente em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. “Buscamos iniciativas que estejam alinhadas com nossa visão de contribuir para o desenvolvimento de novos produtos e serviços com base tecnológica e, principalmente, com valores sustentáveis”, afirma.

A empresa localizada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina deve se instalar no Biopark. “O agronegócio move a nossa economia, acreditamos que essa aliança é o início de um trabalho que vai beneficiar ainda mais essa área”, acrescenta Donaduzzi.

Para Luiz Guilherme Lira de Arruda, sócio da Agribela, o Brasil carece de empresas que desenvolvam soluções para os problemas da agricultura tropical. “Desenvolvemos tecnologias mais eficientes para o controle de pragas e monitoramento das condições meteorológicas com foco nos problemas do produtor brasileiro. No Brasil, o clima é mais severo e o potencial biótico das pragas é maior, quando comparado a países de clima temperado ou frio. É preciso quebrar o paradigma de que as melhores tecnologias são sempre as importadas, temos uma agricultura fantástica no Paraná e a aliança com o Biorpark será uma excelente alavanca para que as novas tecnologias cheguem mais rapidamente ao campo.”

“Sabemos que Toledo é um polo do agronegócio paranaense e exemplo de organização e produtividade. Produtores engajados em conhecer novas tecnologias e adaptar-se as estratégias mais atuais de manejo expressam o bom exemplo de que nada é estático na natureza e a ciência deve ser ferramenta para a melhoria dos sistemas de produção, com princípios sustentáveis e sociais. O Biopark representa a pedra fundamental de empresas como a Agribela, que trabalham para o desenvolvimento sustentável do agronegócio nacional”, acrescenta Gabriela Vieria Silva, sócia fundadora da Agribela.

Em 2016, o empreendimento foi premiado como o negócio em potencial para desenvolvimento de soluções que reduzem o impacto ambiental da cadeia de grãos, no desafio “Camp de Ecoinovação Agrotech”, fruto de uma parceria entre ONU Meio Ambiente, Sebrae e Embrapa.

FONTE: Segs